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Questões desta lista
Questão 1
Acafe 2026Leia o trecho extraído do Tratado de Tordesilhas (1494):
“(…) que se faça e assinale pelo dito mar Oceano uma raia ou linha direita de polo a polo; a qual raia ou linha se tenha de dar e dê direita, como dito é, a trezentas e setenta léguas das ilhas de Cabo Verde em direção à parte do poente; e que tudo o que até aqui tem achado e descoberto e daqui em diante se achar e descobrir pelo dito senhor rei de Portugal e por seus navios, tanto ilhas como terra firme, daquela raia para a parte do levante (…) seja do dito senhor rei de Portugal e de seus herdeiros para sempre.”
Disponível em: https://purl.pt/162/1/brasil/obras/tratado_tordesilhas/ficha.html
Com base no texto e nos conhecimentos sobre o período, assinale a alternativa CORRETA.
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Resposta: D
O Tratado de Tordesilhas (1494) foi uma resposta à Bula Inter Coetera (1493) e visou resolver disputas entre Portugal e Espanha após a chegada de Cristóvão Colombo à América (1492). A linha de 370 léguas a oeste de Cabo Verde favoreceu Portugal, permitindo-lhe reivindicar terras no futuro Brasil. A linha de Tordesilhas foi criada para evitar conflitos entre Portugal e Espanha, atribuindo terras a leste a Portugal e a oeste à Espanha.
Justificativa das alternativas incorretas:
[A] O tratado foi mediado pelo Papa Alexandre VI em 1494 e a Inglaterra não participou das negociações.
[B] A linha foi estabelecida a 370 léguas a oeste de Cabo Verde, e envolveu apenas Portugal e Espanha, não a França.
[C] O tratado dividia terras recém-descobertas fora da Europa, mas não mencionava o comércio de especiarias. Portugal manteve o controle da rota para as Índias via África.
Questão 2
Uece 2024Quando a frota de Cabral chegou ao Brasil, os portugueses já dispunham de uma larga experiência em conquista e colonização. Sobre a expansão portuguesa, é correto afirmar que
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Resposta: A
A jovem nação portuguesa foi a pioneira nas Grandes Navegações. Em 1415 ocorreu a Tomada de Ceuta, marco inicial das viagens portuguesas denominadas de Périplo Africano. Entre os motivos que explicam o referido pioneirismo estão: posição geográfica favorável, experiência lusitana em navegação, aliança entre rei e burguesia, escola de Sagres, precoce centralização do poder. Quando Cabral chegou ao Brasil em 1500, não encontrou riqueza fácil, daí o Brasil ficou em segundo plano, esse período é conhecido como Pré-Colonial 1500-1530. Gabarito [A].
Questão 3
Unesp 2021Texto 1
Nenhum documento permite afirmar que Pedro Álvares Cabral partira de Lisboa com o propósito de descobrir novas terras. A intencionalidade da descoberta não encontra fundamento em nenhuma das testemunhas, seja Pero Vaz de Caminha, Mestre João ou o piloto anônimo. A armada partiu com destino à Índia, e foi só isso.
(Joaquim Romero de Magalhães. “Quem descobriu o Brasil?”. In: Luciano Figueiredo. História do Brasil para ocupados, 2013.)
Texto 2
Quando Pedro Álvares Cabral e seus homens chegaram à costa da atual Bahia em 1500, não havia, obviamente, nem Brasil nem brasileiros. Pode ser, como querem muitos historiadores, que outros tenham andado por ali antes, mas disso não ficou registro consistente, e foram Pero Vaz de Caminha e Mestre João os autores das primeiras narrativas sobre a nova terra e seu céu.
(Laura de Mello e Souza. “O nome Brasil”. In: Luciano Figueiredo. História do Brasil para ocupados, 2013.)
Os dois textos referem-se à expedição de Cabral, que aportou no litoral do futuro território do Brasil em 1500. A documentação citada nos textos é, de acordo com os autores,
Ver resposta e resolução da questão 3
Resposta: B
O debate sobre a intencionalidade ou casualidade da chegada de Cabral ao Brasil em 1500 sempre foi acalorada. A historiografia já produziu muito sobre a temática, os dois textos apontam para a ideia de casualidade da “descoberta” do Brasil considerando que não há fontes consistentes que afirmam sobre a intencionalidade da chegada de Cabral ao Brasil. Gabarito [B].
Questão 4
Puccamp 2020O chamado “descobrimento do Brasil” por Pedro Álvares Cabral é um fato contestado por parte da historiografia em função de vários aspectos que geram controvérsias, dentre os quais, a
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Resposta: A
A assinatura do famoso Tratado de Tordesilhas aconteceu em 1494, seis anos antes da viagem de Cabral. Logo, Portugal tinha noção da existência de terras na América, o que contraria a tese de que a viagem de Cabral foi “um acaso”. Além disso, espanhóis chegaram em pontos da América antes dos portugueses. Um exemplo é o citado na alternativa [A], a viagem de Pinzón entre 1499 e 1500.
Questão 5
Uern 2013Acerca dos povos “pré-colombianos” e dos habitantes do Brasil anteriores à colonização, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Todos, sem exceção, já haviam estabelecido uma organização política e social extremamente estratificada, estamental e hierarquizada, baseada nos laços de parentesco.
( ) Haviam sociedades agrícolas, sedentarizadas e algumas nômades, que não dominavam a domesticação de animais, o cultivo sistemático e viviam, portanto, da caça e da coleta.
( ) Em algumas regiões específicas, a agricultura se desenvolveu mais intensamente e o acúmulo de experiências culturais resultou numa maior condição de desenvolvimento entre essas populações.
( ) No Brasil, o período inicial do processo de colonização coincide, historicamente, com o período de sedentarização dos nativos e sua introdução ao mundo da agricultura e da pecuária, anteriormente inexistentes.
A sequência está correta em
Ver resposta e resolução da questão 5
Resposta: D
A alternativa [D] está correta. A assertiva [I] está incorreta. Na América Pré-Colombiana, antes da chegada de Colombo, havia um mosaico de povos e culturas diferentes e em estágios de desenvolvimento diferente, basta observar civilizações agrárias avançadas como o Império Asteca no México, os Maias na Península de Yucatan e o Império Inca nos Andes, havia entre estes povos diversidade, pluralismo e dominação. Como escreveu um historiador “havia de curandeiro a engenheiro”. Desta forma as assertivas [II] e [III] estão corretas considerando que apontam exatamente para a diversidade econômica e cultural destes povos. O início da colonização do Brasil não coincide com o período de sedentarização dos nativos conforme afirma a última assertiva.
Questão 6
Uel 2008A exuberância da natureza brasileira impressionou artistas e viajantes europeus nos séculos XVI e XVII.
Leia o texto e observe a imagem a seguir:
“[…] A América foi para os viajantes, evangelizadores e filósofos uma construção imaginária e simbólica. Diante da absoluta novidade, como explicá-la? Como compreendê-la? Como ter acesso ao seu sentido? Colombo, Vespúcio, Pero Vaz de Caminha, Las Casas, dispunham de um único instrumento para aproximar-se do Mundo Novo: os livros. […] O Novo Mundo já existia, não como realidade geográfica e cultural, mas como texto, e os que para aqui vieram ou os que sobre aqui escreveram não cessam de conferir a exatidão dos antigos textos e o que aqui se encontra.”
(CHAUÍ, M. apud FRANZ, T. S. Educação para uma compreensão crítica da arte. Florianópolis: Letras Contemporâneas Oficina Editorial, 2003. p. 95.)
Com base no texto e na imagem, é correto afirmar:
I. O olhar do viajante europeu é contaminado pelo imaginário construído a partir de textos da Antiguidade e por relatos produzidos no contexto cultural europeu.
II. Os artistas viajantes produziram imagens precisas e detalhadas que apresentam com exatidão a realidade geográfica do Brasil.
III. Nas representações feitas por artistas estrangeiros coexistem elementos simbólicos e mitológicos oriundos do imaginário europeu e elementos advindos da observação da natureza e das coisas que o artista tinha diante de seus olhos.
IV. A imagem de Debret registra uma cena cotidiana e revela a capacidade do artista em documentar os costumes e a realidade do indígena brasileiro.
Assinale a alternativa que contém todas as afirmativas corretas.
Ver resposta e resolução da questão 6
Resposta: B
A questão aborda a forma como o território americano foi percebido, descrito e representado pelos europeus durante os primeiros séculos de colonização. O texto de Marilena Chauí destaca que a América não era compreendida apenas como uma realidade geográfica concreta, mas sim como uma construção simbólica e imaginária. Para os viajantes e estudiosos da época, o conhecimento sobre o Novo Mundo era mediado por livros e textos pré-existentes, o que significa que eles buscavam no território americano confirmações ou interpretações baseadas em conceitos culturais e literários já consolidados na Europa.
A análise da primeira afirmativa revela que ela está correta, pois corrobora diretamente com o texto de apoio. O olhar do europeu não era puramente objetivo; ele era filtrado por um repertório cultural que incluía mitos, descrições clássicas e relatos de outros viajantes. Assim, a interpretação da natureza e dos povos nativos era frequentemente moldada pelo imaginário construído nos centros culturais europeus, buscando encaixar o desconhecido em categorias já conhecidas.
A segunda afirmativa está incorreta porque ignora o caráter subjetivo das representações artísticas e literárias do período. Embora os artistas tentassem registrar o que viam, suas obras não eram reproduções fotográficas ou científicas de exatidão absoluta. Elas continham distorções, idealizações ou interpretações baseadas em preconceitos e expectativas culturais, não podendo ser consideradas registros puramente precisos da realidade geográfica e cultural.
A terceira afirmativa está correta ao apontar a coexistência entre o observado e o imaginado. A produção artística desses viajantes era um híbrido: de um lado, havia o esforço de registrar elementos da fauna, flora e dos costumes locais (como visto na descrição da gravura de Debret que mostra uma cena de movimento e exploração); de outro, havia a imposição de estéticas, símbolos e visões de mundo europeias sobre o que estava sendo retratado. Essa dualidade é fundamental para entender a arte colonial e de viagem.
A quarta afirmativa está incorreta no contexto da análise crítica proposta pelo enunciado. Embora Debret seja um importante cronista visual do Brasil, a questão pede uma interpretação baseada na relação entre o texto (que fala sobre a construção imaginária) e a imagem. Afirmar que a imagem revela apenas a capacidade de documentar a realidade cotidiana ignora o fato de que toda representação artística desse período é atravessada pelo olhar do observador e pelas convenções estéticas da época, não sendo um documento neutro ou puramente factual sobre os costumes indígenas.
Portanto, ao identificar que apenas as afirmativas I e III estão em conformidade com a discussão teórica apresentada, conclui-se que a alternativa correta é a Opção 2 (b).
Questão 7
Pucsp 2008Leia as duas estrofes a seguir:
“Pindorama, Pindorama
É o Brasil antes de Cabral
Pindorama, Pindorama
É tão longe de Portugal
Fica além, muito além
Do encontro do mar com o céu
Fica além, muito além
Dos domínios de Dom Manuel.
Vera Cruz, Vera Cruz
Quem achou foi Portugal
Vera Cruz, Vera Cruz
Atrás do Monte Pascoal
Bem ali Cabral viu
Dia vinte e dois de abril
Não só viu, descobriu
Toda terra do Brasil.”
Pindorama, de Sandra Peres e Luiz Tatit, in “Palavra Cantada”, Canções Curiosas, 1998.
Entre as várias referências da letra da canção à chegada dos portugueses à América, pode-se mencionar
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Resposta: E
A letra da canção estabelece um contraste fundamental entre dois nomes distintos para o mesmo território, o que permite identificar diferentes perspectivas sobre o processo de chegada dos portugueses à América. Na primeira estrofe, utiliza-se o termo Pindorama, uma denominação de origem indígena que remete ao conhecimento e à ocupação prévia do território pelos povos nativos antes da chegada da expedição de Pedro Álvares Cabral.
Na segunda estrofe, a letra introduz os termos Vera Cruz e Brasil, nomes atribuídos pelos colonizadores europeus durante o processo de ocupação e posse da terra. Essa transição terminológica reflete o choque cultural e a imposição de uma nova identidade geográfica sobre um espaço que já possuía significado para as populações locais. Assim, enquanto Pindorama representa a visão do habitante original, os nomes subsequentes representam a perspectiva do colonizador que busca nomear e integrar o território ao seu domínio.
Portanto, a alternativa correta é a opção E, pois a letra da música utiliza essa variação de nomes para evidenciar a diferença entre as visões de mundo: a visão indígena, baseada na existência prévia do território, e a visão portuguesa, focada no ato de descoberta e na nova nomenclatura imposta pelo processo de colonização.
Questão 8
Puccamp 2005Erro de português
Quando o português chegou
Debaixo duma bruta chuva
Vestiu o índio
Que pena!
Fosse uma manhã de sol
O índio tinha despido
O português
(Oswald de Andrade. Poesias reunidas. 2. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1972)
Sobre o contexto histórico em que se insere o fenômeno que os versos identificam é correto afirmar que
Ver resposta e resolução da questão 8
Resposta: E
O poema de Oswald de Andrade utiliza uma metáfora lúdica e irônica para tratar do encontro entre o colonizador português e o indígena. Ao mencionar que, se houvesse sol, o índio teria despido o português, o autor sugere uma relação de nudez, pureza ou falta de barreiras culturais que foi interrompida pelo processo de colonização. O título “Erro de português” faz um jogo de palavras entre a língua e o ato de ocupar as terras, indicando que o processo histórico de conquista alterou profundamente a dinâmica original do território.
Para compreender a questão, é necessário contextualizar o período inicial da presença portuguesa na América, que se estende de 1500 até meados de 1530. Durante esse intervalo, conhecido como período pré-colonial, a Coroa Portuguesa não estabeleceu uma ocupação administrativa ou territorial intensa no Brasil. O foco principal do Império Português naquele momento estava voltado para o comércio de especiarias nas Índias, no Oriente, que oferecia lucros muito mais imediatos e elevados do que a exploração incipiente das terras americanas.
A alternativa correta aponta justamente essa prioridade geopolítica e econômica. Embora Portugal tenha reivindicado a posse das terras brasileiras através de tratados como o de Tordesilhas, o interesse central da monarquia portuguesa residia nas rotas comerciais do Oceano Índico. No Brasil, as atividades limitavam-se majoritariamente à extração do pau-brasil por meio do escambo com os indígenas, sem a criação de vilas ou uma estrutura de colonização efetiva que competisse com o comércio oriental.
As demais alternativas estão incorretas porque não condizem com a realidade histórica do período. A descoberta de metais preciosos ocorreu de forma mais expressiva apenas no período colonial posterior, e não foi o motor das primeiras relações, que foram baseadas no escambo. Não houve um crescimento demográfico indígena decorrente da conquista; pelo contrário, a colonização causou um declínio populacional drástico devido a doenças e conflitos. A agressividade nativa não foi o principal motivo para a ocupação, mas sim a necessidade de proteger o território contra invasores estrangeiros, e o tráfico africano intensificou-se apenas com o ciclo do açúcar, após o início da colonização efetiva.
Questão 9
Ufla 2000“O fato de Cabral não ter trazido consigo nenhum padrão de pedra – com os quais desde os tempos de Diogo Cão, os lusos assinalavam a posse de novas terras – já foi apontado como uma prova de que o descobrimento do Brasil foi fortuito e que a expedição não pretendia “descobrir novas terras, mas subjugar as já conhecidas”. Isto talvez seja fato. Mas por outro lado, é preciso lembrar que a posse sobre aquele território já estava legalmente assegurada desde a assinatura do Tratado de Tordesilhas – independentemente da colocação de qualquer padrão.”
(Eduardo Bueno. “A Viagem do Descobrimento – A verdadeira história da expedição de Cabral”. 1998, p.109.)
As alternativas abaixo correspondem a análises possíveis do trecho em questão. Todas são verdadeiras, EXCETO:
Ver resposta e resolução da questão 9
Resposta: E
Para resolver esta questão, é necessário realizar uma leitura analítica do texto de Eduardo Bueno, identificando as teses históricas que ele apresenta e como ele se posiciona em relação a elas. O autor discute o caráter da chegada de Cabral ao Brasil, confrontando duas visões clássicas da historiografia: a ideia de que o descobrimento foi um acidente (casualidade) e a ideia de que houve uma intenção deliberada de encontrar terras (intencionalidade). O texto menciona que a ausência de padrões de pedra poderia sugerir que a expedição não buscava novas terras, mas o autor contrapõe esse argumento ao afirmar que a posse do território já estava garantida pelo Tratado de Tordesilhas.
A primeira parte do texto aborda a tese da casualidade ao mencionar que a falta de marcos de pedra poderia ser vista como prova de um descobrimento fortuito. Logo em seguida, o autor introduz a possibilidade da intencionalidade ao discutir se a expedição pretendia ou não descobrir novas terras. Portanto, as alternativas A, C e D estão corretas em suas interpretações: o autor menciona a tese da casualidade (A), refere-se também à tese da intencionalidade (C) e reconhece que os marcos de pedra podem ser usados como argumento para sustentar qualquer uma das duas visões (D).
Ao analisar as alternativas B e E, percebe-se o caminho para encontrar a incorreta. A alternativa B afirma que o autor é incondicionalmente favorável à segunda tese (intencionalidade) baseando-se no Tratado de Tordesilhas. Embora ele utilize o tratado para validar a posse da terra, o texto não se apresenta como um manifesto de defesa absoluta e incondicional de uma única tese, mas sim como uma análise que pondera os fatos históricos. Contudo, o ponto crucial reside na comparação com a alternativa E.
A questão pede a alternativa incorreta (EXCETO). A alternativa E afirma que o autor não atribui grande importância à questão dos padrões de pedra. No entanto, ao longo do texto, o autor dedica uma parte significativa da sua argumentação justamente para discutir o significado desses marcos e como eles servem de evidência ou contraevidência para as teses em debate. Ao utilizar a ausência dos padrões para introduzir o problema central da discussão histórica, ele demonstra que esse elemento é relevante para a construção do raciocínio, ainda que ele apresente uma perspectiva complementar baseada no Tratado de Tordesilhas. Assim, ao dizer que ele não atribui importância ao tema, a alternativa E nega o próprio esforço argumentativo presente no trecho, tornando-a a resposta incorreta solicitada pelo enunciado.